No
ano de 1870 tem-se o inicio das crises do Brasil Império, estas tais que se
prolongam até o ano de 1889, com a proclamação da republica brasileira.
Porém
no ano de 1850, já se poderia adivinhar as dificuldades para o regime, cuja finalidade
principal era manter a escravidão, está qual que vinha diminuindo, alcançando
mais tarde, a total abolição.
Certo
tempo depois, se tem a criação da Lei de Terras,
a qual impedia que ex-escravos tivessem propriedades (fazendas) por meio de dominações
à força, que na época, era o modo mais comum, obrigando os novos fazendeiros a
comprarem suas terras com a moeda da época, desta forma, evitando uma nova reforma agrária.
Por
outro lado, a expansão da agricultura de café vinha ganhando cada vez mais
espaço, e sem trabalhadores escravos, obrigava os pensadores da época a bolar
uma nova forma de complementar a mão de obra, cuja qual já estava em baixa
devido à proibição do trafico de negros.
Depois
de muitas discusões e pensamentos, resolvem abrir o país para a imigração dos
europeus, estes que complementariam a mão de obra nas cafeeiras, e trariam para
o Brasil um "clareamento" de cor.
É
então neste momento, que se une a expansão econômica e a questão do poder
político.
Sendo
assim, haverá o conflito entre o centralismo do Império, que torna
insatisfatória a imigração, e a descentralização, a autonomia, desejada pelos
cafeicultores, para agilizar a imigração.
Logo,
caberia ao Estado se organizar de forma ágil e financiar a imigração.
Para
tanto seria necessário a criação de um sistema
federativo*.
Desta
forma a organização paulista do café lançará em 1870 o Manifesto Republicano, e
com ele lançará à Campanha Republicana,
visando um Estado federativo, que resolvesse o problema de mão-de-obra complementar
à escravidão.
Link
de pesquisa:
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/medio/historia-do-brasil-a-crise-do-imperio.jhtm
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